
Hoje, te segurei as duas mãos. Encarei de frente nada menos que todos os meus momentos de pecados não resolvidos. Espaço-encanto. Teu breve riso. Grave lucidez em minha voz. Renunciei aos meus erotismos de papel rosado. Fingi não lembrar. Tentei- ao menos não lembrar. Mas me explodi em amarguras extremas e quentes doçura das horas tardias. Não cuspi. Se adentrou em mim e doeu.
Trouxa!
Trouxe tudo de volta.
Num lamento, você, meu risco de partida. Não faça desta estupidez algo tão belo.
Estúpido! É só o que é, não é o que faz. Não poderia nunca tê-lo feito.
Tive, eu...Um apelo, rezando pelo verde que te traz visão
Abandonei, mas agora...Mas agora abandonei. Não me faça nada que me faça sentir ainda menos. Menor ainda!
Que suma! Ainda assuma, pois eu, trêmula, já me joguei pelo teu chão, bêbada te fiz de príncipe alheio, sem princípios. E te soltei as mãos, chorando, rindo, engolindo, indo.
Fica a despedida.
Ponto de partida.
Até...
Hoje.
5 Cabeças Pensantes:
Escrevendo cada vez melhor, e me parece um misto de sentimentos... bjão
tudo que esta no papel faz parte de vc pois es tu que escreve e te descreve mesmo sen saber.....muito bom seu texto...precisa ter mais frequencia ou seja acabar com a preguiça...heheheh...beijos
Valew Bárbara!
Com ctza vamos crescer e mostrar para os "juízes" da vida q somos mais do q meros escritores revoltados!
Mto sucesso!
parabéns pelo espaço!
tah ótimo!
bjos...
N é para excluir o blog n, nem pense, rsrs. adorei a visita, vc como sempre reluzindo luz, dessa vez verde, rsrs. te adoroooo
meu deeeeus,
obrigada amiga.
o mundo não poderia passar sem esse.
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